quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

PALESTRAS DO CAP NOS SESC N. I.

"PROJETO CONHECIMENTO EM FOCO"

Todos estão convidados a participarem!

.....Entrada Franca.....


29/04 - quinta - 18 h às 22h - Restaurante
Tema 1 ........ ENTRE NESSA ONDA!
Turmas convidadas 901 e 1001  foi nota 1000


13/05 - quinta - 18 h às 22h - Restaurante
Tema 2 ........  O MUNDO INVISÍVEL!
Turma convidada 3001  foi nota 1000
10/06 - quinta - 18 h às 22h - Teatro
Tema 3 ........ OS GRANDES NOMES DA CIÊNCIA E SUAS PRINCIPAIS OBRAS!
Turmas convidadas 601, 701 e 801  foi nota 1000


31/08 - terça - 18 h às 22h - Sala Multiuso ou Teatro
Tema 4 ........ AS DIVERSAS FORMAS DE ENERGIA
Turma convidada 3001 Tema 5 ........ ÓPTICA E SUAS CURIOSIDADES






Turmas convidadas 901 e 2001
 
29/10 - sexta - 14 h às 22h - Teatro
Tema 7 – Projeto MPB
TODO O COLÉGIO

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Períodos do Cotidiano

Frequência (f) é o número de vezes que um evento cíclico se repete na unidade de tempo.

Período (T) é o tempo que um evento cíclico "gasta" para completar um ciclo.

f = 1 / T

Períodos conhecidos:


  •  dos ponteiros dos segundos de um relógio = 60s ;

  • dos ponteiros dos minutos de um  relógio = 60min = 1h ;

  • dos ponteiros das horas de um relógio = 12h ;

  • da Terra em torno do Sol = 1 ano terrestre ;

  • da Terra em torno de seu eixo = 24h = 1 dia terrestre;


  • da Lua em torno da Terra = 28 dias terrestres (aproximadamente)

  • da mudança de fase da Lua = 7 dias (aproximadamente)
Outros períodos do cotidiano:

  • Período das provas escolares = 1 bimestre ;

  • Período dos ciclos menstruais = 28 dias ;

  • Período do evento das Olimpíadas = 4 anos ;

  • Período do evento da Copa do Mundo de Futebol = 4 anos

  • Período do evento do Carnaval = 1 ano
Como vocês podem ver, existem muitos eventos que se repetem sempre num mesmo intervalo de tempo (período). É só buscarem e continuar a pesquisa!
Bom trabalho, turma 901!

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Força de Atrito


Força de atrito

Quando empurramos ou puxamos um copo qualquer de massa m percebemos que existe certa dificuldade, e em alguns casos percebe-se que o corpo não entra em movimento. Qual a explicação para isso? O que acontece é que toda vez que puxamos ou empurramos um corpo, aparece uma força que é contrária ao movimento. Essa força é chamada de Força de Atrito. A definição de força de atrito é a força natural que atua sobre os corpos quando estes estão em contato com outros corpos e sofrem a ação de uma força que tende a colocá-lo em movimento, e ela é sempre contrária ao movimento ou à tendência de movimento. A força de atrito aparece em razão das rugosidades existentes nas superfícies dos corpos. O atrito depende da força normal entre o objeto e a superfície de apoio, quanto maior for a força normal maior a força de atrito.



Existem dois tipos de força de atrito: uma estática e variável (variando de zero a um valor máximo de μ.N - onde esse coeficiente representado pela grega "mi", signigica coeficiente de atrito estático); e outra chamada de força de atrito cinético ou de escorregamento e esta é constante. Calcula-se utilizando a mesma fórmula para o valor do fat estático máximo, só que agora esse μ´ representa o coeficiente de atrito cinético que é menor que o coeficiente de atrito estático - fat. cin. = μ´.N  menor que  fat. est. máx. = μ.N

Cuidado, pois em muitos sites / livros vocês vão encontrar que fat = μ.N apenas, sem fazer qualquer distinção aos dois tipos diferentes de atrito, e que um deles é variável e outro constante.

Força de Atrito Estático


Representado por Fe ela é a força que está contrária à tendência de movimento. Por exemplo, quando queremos trocar o móvel de lugar tentamos empurrá-lo ou puxá-lo até onde queremos que ele fique, no entanto, em alguns casos percebemos que ele não sai do lugar, pois a força que imprimimos sobre ele não é suficientemente grande para que ele possa sair do estado de repouso. O que acontece é que a força de atrito é maior que a força que aplicamos sobre o móvel que queremos trocar de lugar. Essa força que aparece quando os corpos estão em repouso é chamada de força de atrito estático e é representado da seguinte forma:

Fat. est. = μ.N

Onde μ é o coeficiente de atrito estático.


Entendam por Fs o fat. est. que está variando a medida que F vai aumentando, até assumir seu valor máximo.

Força de Atrito Cinético

Também chamado de força de atrito dinâmico esse é o atrito que aparece quando os corpos estão em movimento, ou seja, ele é contrário à movimentação dos corpos. Por exemplo, quando um carro está se locomovendo em uma estrada e precisa frear o carro bruscamente, o carro pára, no entanto esse fato só é possibilitado devido à força de atrito, contrária ao movimento do carro, existente entre os pneus e o asfalto. Matematicamente temos que a força de atrito cinético é escrita da seguinte forma:

Fat. cin.  =  μ´.N

Onde μ´ é chamado de coeficiente de atrito cinético.

Esse é o fat. cin. - fat. de escorregamento - é quando o corpo está deslizando sobre uma superfície que tem atrito.

Comparando a equação geral da força de atrito com a força de atrito estático e dinâmico, temos que para um corpo que está em repouso a força de atrito é variável até μN, ou seja, até a eminência do movimento. E para um corpo que está em movimento tem-se que a força de atrito é constante e igual a μ´N.

Boa pesquisa 2001!

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Você sabe de onde vem o som de nossa fala?

COMO FUNCIONA A VOZ HUMANA!

A produção do som depende, basicamente, de ar e da laringe, onde estão as cordas vocais. A larìnge é composta por três anéis de cartilagem. Dentro destes anéis, estão as cordas vocais, que são pequenos músculos com grande poder de contração/extensão. São classificadas em verdadeiras e falsas. As verdadeiras (com cerca de 1 cm nos homens e até 1,5 nas mulheres) estão na parte inferior da laringe e as falsas na parte superior. O som da voz normal é produzido pelas verdadeiras e o falsete pelas falsas.
Durante a respiração, as cordas vocais permanecem abertas, enquanto que para a produção de som elas se fecham, e o ar faz pressão, causando uma vibração que produz o som.




1 - Traqueia
2 - Laringe
3 - Glote (Cordas vocais)
4 - Faringe
5 - Cavidade bucal
6 - Cavidade nasal
7 - Véu palatino ou Palato mole
8 - Maxilares (dentes)
9 - Língua
10 - Lábios
11 - Palato duro (céu da boca)
Conhecendo de perto as cordas vocais!


Você tinha idéia que sua fala depende das tão famosas cordas vocais?
Parabéns pela pesquisa!
Esse é mais um grão de conhecimento que acaba de ser acrescentado ao seu conteúdo cultural,
Turma 901

sábado, 30 de janeiro de 2010

Conhecendo o maior de todos os Gênios - Isaac Newton




Isaac Newton nasceu em 4 de janeiro de 1643 (ano da morte de Galileo Galilei) em Woolsthorpe, Lincolnshire, Inglaterra. . Newton veio de uma família de agricultores, mas seu pai morreu antes de seu nascimento, ele foi criado por sua avó. Um tio o enviou para o Trinity College, Cambridge, em Junho de 1661.
Para Cambridge, instrução era definida pela filosofia de Aristóteles e apenas no terceiro ano é que se tinha liberdade para outros tipos de leitura. Newton estudou a filosofia de DescartesGassendiBoyle. Álgebra e geometria analítica de VièteDescartes e Wallis.Mas a mecânica descrita por Copérnico e Galileu atraíram Newton. A partir destas leituras, o talento de Newton começou a despontar.
O gênio científico de Newton emergiu de repente quando uma epidemia de peste fechou a Universidade pelo verão de 1665 e ele teve que retornar a Lincolnshire. Lá, em um período de menos de dois anos, ele começou avanços revolucionários em matemática, ótica, física, e astronomia.
Enquanto Newton permaneceu em sua casa, criou uma teoria para o cálculo diferencial e cálculo integral vários anos antes, independentemente da descoberta feita por Leibniz. Newton produziu métodos analíticos simples que unificaram muitas técnicas antes separadas. Através de seus estudos, pode-se problemas aparentemente sem conexão como encontrar áreas, tangentes e os máximos e mínimos de funções. O De Methodis de Newton et de Serierum Fluxionum foi escrito em 1671, mas Newton não publicou este trabalho e ele apenas surgiu em 1736, através de John Colson.
Em 1669, Barrow indicou Newton, então com 27 anos, para assumir seu lugar na cadeira Lucasiana. Seu primeiro trabalho estava relacionado com a ótica. Durante a sua reclusão em Lincolnshire, ele chegou à conclusão de que a luz branca não é uma entidade simples. Todo cientista, desde Aristóteles, acreditava que a luz branca era uma única entidade básica, mas a aberração cromática observada em um telescópio de lente convenceu Newton do oposto. Quando Newton fez passar um feixe fino da luz do sol em um prisma, verificou que um espectro de cores era formado. Newton então propôs que a luz branca era uma mistura de vários tipos diferentes de cores que podem ser refratados em ângulos ligeiramente diferentes, e que cada tipo diferente de raio produz uma cor espectral diferente. Devido a esta conclusão, Newton foi levado a uma conclusão errônea de que telescópios com lentes refratoras sempre causariam aberração cromática. Ele, então, propôs e construiu um telescópio refletor.
Em 1672, Newton foi eleito membro da Royal Society. Também neste ano, publicou o primeiro artigo sobre luz e cores no Philosophical Transactions of the Royal Society. Este artigo foi bem recebido pelos membros, porém Hooke eHuygens ainda tinham dúvidas sobre a teoria corpuscular da luz proposta por Newton. Talvez devida a contribuição e a importância que Newton tinha na época, a teoria ondulatória da luz foi retomada apenas no século 19.
A relação entre Newton e Hooke não eram das melhores. Desta forma, Newton se isolou da Royal Society. A muito custo, publicou o artigo Opticks (1704). Nele, Newton tratou da teoria da luz e cor, relatou sobre os anéis de Newton e sobre difração da luz. Para explicar algumas de suas observações, Newton necessitou usar o modelo ondulatório juntamente com o seu modelo corpuscular.
Foi Haley quem persuadiu Newton a escrever um tratado com novos conceitos em física e com aplicações em Astronomia. No ano de 1687, Newton publicou o Philosophiae Naturalis Principia Mathematica (Princípios Matemáticos da Filosofia Natural) ou, simplesmente, Principia, reconhecido como um dos mais importantes livros científicos ja escritos. Nele, Newton apresenta as famosas três leis do movimento e as utiliza para resolver todos os problemas importantes, na época, sobre o movimento na Terra e nos céus.
Newton analisou o movimento dos corpos que sofrem a ação da força centrípeta e aplicou os resultados a corpos em órbita, projéteis, pêndulos e corpos em queda livre próximos à Terra. A partir das leis de Kepler e de suas leis de movimento, demonstrou que os planetas sofrem a ação de uma força de atração do Sol que varia com o inverso do quadrado da distância. A generalização desta idéia ou levou a à Lei da Gravitação Universal. Newton explicou com extrema clareza as órbitas.
Depois de sofrer um colapso nervoso, em 1693, Newton se aposentou da pesquisa para aceitar um cargo em Londres como Warden of the Royal Mint (1696) e Master (1699). Em 1703, foi eleito presidente da Royal Society e foi reeleito cada ano até sua morte. Em 1708, Newton foi condecorado pela rainha Anne, tornando-se o primeiro cientista a ser homenageado.

Leis de Newton


As leis de Newton são as leis que descrevem o comportamento de corpos em movimento, formuladas por Isaac Newton.

[editar]História

Isaac Newton publicou estas leis em 1687, no seu trabalho de três volumes intitulado Philosophiae Naturalis Principia Mathematica. As leis explicavam vários comportamentos relativos ao movimento de objetos físicos.
Newton usando as três leis, combinadas com a lei da gravitação universal, demonstrou as Leis de Kepller, que descreviam o movimento planetário. Essa demonstração foi a maior evidência a favor de sua teoria sobre a gravitação universal.


[editar]Formulação original

A forma original na qual as três leis foram escritas é a seguinte:
Lex I: (Inércia) Corpus omne perseverare in statu suo quiescendi vel movendi uniformiter in directum, nisi quatenus a viribus impressis cogitur statum illum mutare.
(Todo corpo continua em seu estado de repouso ou de movimento uniforme em uma linha reta, a menos que seja forçado a mudar aquele estado por forças aplicadas sobre ele.)
Exemplo:
Um foguete no espaço pode se movimentar sem o auxilio dos propulsores apenas por Inércia.
Quando os propulsores do foguete são desligados ele continua seu movimento em linha reta e com velocidade constante.

Lex II: (Quantidade de Movimento) Mutationem motis proportionalem esse vi motrici impressae, etfieri secundum lineam rectam qua vis illa imprimitur.
(A mudança de movimento é proporcional à força motora imprimida, e é produzida na direção da linha reta na qual aquela força é imprimida.)
Exemplo:
Os carros podem aumentar e diminuir suas velocidades graças ação de forças aplicadas pelo motor e pelo freio respectivamente.  

Lex III: (Ação e Reação) Actioni contrariam semper et aequalem esse reactionem: sine corporum duorum actiones in se mutuo semper esse aequales et in partes contrarias dirigi.
(A toda ação há sempre uma reação oposta e de igual intensidade, ou, as ações mútuas de dois corpos um sobre o outro são sempre iguais e dirigidas a partes opostas.)
Exemplo:
Para se deslocar, o nadador empurra a água para trás, e, esta por sua vez, o empurra para frente. Note que as forças do par ação e reação tem as características apresentadas anteriormente.

Boa pesquisa CN e 2001!

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Conjuntos Numéricos

Conjunto dos Números Naturais

São todos os números inteiros positivos, incluindo o zero. É representado pela letra maiúscula N.
Caso queira representar o conjunto dos números naturais não-nulos (excluindo o zero), deve-se colocar um * ao lado do N:

N = {0,1,2,3,4,5,6,7,8,9,10, …}
N* = {1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,11, …}

Conjunto dos Números Inteiros

São todos os números que pertencem ao conjunto dos Naturais mais os seus respectivos opostos (negativos).
São representados pela letra Z:

Z = {… -4, -3, -2, -1, 0, 1, 2, 3, 4, …}

O conjunto dos inteiros possui alguns subconjuntos, eles são:

- Inteiros não negativos
São todos os números inteiros que não são negativos. Logo percebemos que este conjunto é igual ao conjunto dos números naturais.
É representado por Z+:

Z+ = {0,1,2,3,4,5,6, …}

- Inteiros não positivos
São todos os números inteiros que não são positivos. É representado por Z-:
Z- = {…, -5, -4, -3, -2, -1, 0}


- Inteiros não negativos e não-nulos
É o conjunto Z+ excluindo o zero. Representa-se esse subconjunto por Z*+:
Z*+ = {1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, …}
Z*+ = N*

- Inteiros não positivos e não nulos
São todos os números do conjunto Z- excluindo o zero. Representa-se por Z*-.
Z*- = {… -4, -3, -2, -1}

Conjunto dos Números Racionais


Os números racionais é um conjunto que engloba os números inteiros (Z), números decimais finitos (por exemplo, 743,8432) e os números decimais infinitos periódicos (que repete uma sequência de algarismos da parte decimal infinitamente), como “12,050505…”, são também conhecidas como dízimas periódicas.
Os racionais são representados pela letra Q.

Conjunto dos Números Irracionais

É formado pelos números decimais infinitos não-periódicos. Um bom exemplo de número irracional é o número PI (resultado da divisão do perímetro de uma circunferência pelo seu diâmetro), que vale 3,14159265 …. Atualmente, supercomputadores já conseguiram calcular bilhões de casas decimais para o PI.
Também são irracionais todas as raízes não exatas, como a raiz quadrada de 2 (1,4142135 …)

Conjunto dos Números Reais

É formado por todos os conjuntos citados anteriormente (união do conjunto dos racionais com os irracionais).
Representado pela letra R.

Boa pesquisa turma 801!